De
fato, ele fez da Imaculada o ponto focal de sua espiritualidade
e teologia, dando início à publicação
da revista "Cavaleiro da Imaculada" e à experiência
de Niepokalanów - Cidade da Imaculada - verdadeiro recanto
de oração e caloroso posto de trabalho para o homem.
Situado a 40 Km de Varsóvia (Polônia), convento chamado
Niepokalanów (com sua grande editora equipada com os mais
modernos aparelhos tipográficos; com o "Cavaleiro da
Imaculada" que em 1922, em sua primeira edição,
lançara apenas 5000 exemplares e, em 1939, alcançou
a tiragem de quase um milhão; |
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com suas construções modestas para moradia; com suas
oficinas para irmãos religiosos trabalhadores, mecânicos,
carpinteiros, sapateiros, alfaiates, padeiros; com seu corpo de
bombeiros; sua emissora de rádio; com seus quase mil operários,
todos religiosos, filhos espirituais de São Francisco de
Assis, como frei Maximiliano) tornou-se uma verdadeira "cidade"
de propriedade da Imaculada, porque estava toda voltada ao Seu nome
e, em Seu nome, toda voltada para a realização do
ambicioso programa formulado por frei Maximiliano: "Conquistar
o mundo inteiro, todas as almas, para Cristo, pela Imaculada, usando
todos os meios lícitos, todas as descobertas tecnológicas,
especialmente no âmbito das comunicações".
Missionário
E pensando assim - "Conquistar o mundo inteiro para Cristo
pela Imaculada" - partiu em missão para o Japão,
três anos após a fundação de Niepokalanów.
Pouco tempo após sua chegada ao Japão e sem saber
uma palavra sequer do idioma japonês, publicou o "Seibo
no Kishi" ("Cavaleiro da Imaculada") e fundou a "Mugenzai
no Sono" (Cidade da Imaculada). Porém, sua permanência
aí foi curta. Os superiores exigiram sua presença
na Polônia, para retomar a direção de Niepokalanów.
A obediência de frei Maximiliano foi imediata, apesar de ter
de deixar para trás todos os seus sonhos de fundar cidades
da Imaculada na Índia, nos países árabes, na
Rússia e em outros países do oriente. |